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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Música Nova : Né Ladeiras
Conheça Né Ladeiras (Portugal)
Em 2001, Né Ladeiras, uma das mais belas vozes femininas portuguesas, gravou o álbum "Da Minha Voz", com a contribuição do compositor brasileiro Chico César em nove das treze canções dessa obra. "...
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Música Popular Brasileira: Grandes Nomes 4

Sinhô
Foi o compositor mais popular da segunda década do século XX. Seu nome está profundamente ligado ao nascimento do gênero samba, no Rio de Janeiro daqueles anos, do qual foi um dos pioneiros e importante fixador. Sua contribuição para a música carnavalesca é, segundo seu biógrafo Edigar Alencar, "magnífica". Além disso, foi importante figura na história do teatro musicado do Rio de Janeiro, sendo pioneiro ao compor sambas para várias "revistas", gênero de teatro muito popular no Brasil desde o século XVIII.
Começou a tocar flauta ainda muito pequeno, incentivado pelo pai, um admirador inveterado de Patápio Silva, Calado e Viriato. Foi no piano do avô, entretanto, que o menino revelou seu talento. Contrariando o desejo de seu pai, nunca chegou a dominar a flauta, mas sim o piano (que o projetou) e o violão. Tocava também o cavaquinho, cantava e, embora a voz não fosse muito grande, tinha muito ritmo. Era um autodidata. Nunca dominou a leitura e escrita musicais, o que não impediu que ele se tornasse um grande pianista
Freqüentava as reuniões da casa da Tia Ciata (situada na Rua Visconde de Itaúna), onde os primeiros sambistas se encontravam periodicamente. Numa dessas rodas é que foi composto "Pelo telefone", primeiro samba gravado em 1917, como sendo de autoria de Donga. Depois do lançamento, foi um dos vários sambistas que reclamou a co-autoria do samba, alegando que a música surgiu de um improviso coletivo feito numa das reuniões da casa de Tia Ciata. Aliás, em meio à polêmica, participou com João da Mata, Germano, Mauro, Hilário, Tia Ciata, da versão dos reclamantes endereçada a Donga: "Tomara que tu apanhes/ Pra não tornar a fazer isso/ Escrever o que é dos outros/ Sem olhar o compromisso". Logo depois se afastou do grupo de Tia Ciata e, segundo palavras de Edigar Alencar, "toma gosto pela composição e pelas brigas".
Em 1918, teve sua primeira composição gravada e editada, o samba "Quem são eles?", interpretado por Bahiano na Odeon. Organizou um grupo que tinha flauta, trombone, violão, cavaquinho, ganzá, pandeiro e reco-reco e deu-lhe o nome de Quem São Eles?. Com o conjunto, passou a desafiar os sambistas rivais. Esse momento da história da nossa música popular foi marcado pela divergência entre os compositores que continuariam presos a suas raízes folclóricas e aqueles que se urbanizavam definitivamente, a caminho da profissionalização
Na verdade, a música brasileira lucrou muito com isso, pois muitos sambas surgiram dessa rivalidade entre Sinhô e os "baianos": "Fica calmo que aparece" (Donga); "Não és tão falado assim" (Hilário Jovino Ferreira); "Já te digo" (Pixinguinha e China), em que os compositores traçavam um perfil nada agradável de Sinhô ("alto, magro e feio"). Replicou a crítica com "Três macacos no beco", numa referência a Pixinguinha, Donga e China. Em 1919, seu samba "Quem são eles?", foi apresentado na revista "A Bahia é terra boa", de Cãndido de Castro e Luís Rocha, apresentada no Teatro República. No mesmo ano, o samba "Confessa, meu bem", foi cantado na revista "É de Ban-Ban-Ban', de Rego Barros e Carlos Bitencourt, apresentada também no Teatro República.
No carnaval de 1920, obteve grande sucesso com as marchinhas "Fala, meu louro", uma sátira a Rui Brarbosa, e "O pé de anjo", inspirada na valsa francesa Genny e cuja letra criticava os avantajados pés de China. Ambas foram gravadas pelo estreante em discos Francisco Alves, em 1919 no selo Popular. "O pé de anjo" inspirou Cardoso de Menezes e Carlos Bittencourt, que, aproveitando o sucesso da marchinha, estrearam uma peça de mesmo nome, em 1920, no Teatro São José. Foi então que o compositor projetou seu nome no teatro musicado do Rio de Janeiro. Passou então a atingir uma nova faixa de público, a classe média, ultrapassando a fama alcançada junto às camadas populares dos clubes carnavalescos e das festas da Penha, maior acontecimento popular do Rio depois do carnaval. No mesmo ano, seu samba "Papagaio louro" deu nome a uma revista dos Irmãos Quintilhiano apresentada no Teatro São José. Também no mesmo ano, estreou oficialmente como músico de revistas em "Quem é bom já nasce feito", de Cardoso de Menezes e Carlos Bittencourt, levada à cena no teatro São José.
Seu interesse pela sátira política chegou a lhe trazer aborrecimentos, como no caso da marcha "Fala baixo", lançada em 1921 na Festa da Penha. No mesmo ano a Banda Grupo dos Africanos gravou, também no selo Popular', os sambas "Alivia estes olhos" e "Canção roceira". Ainda em 1921, musicou a revista "Vou me benzê", de J. Miranda. Também nesse período, seu samba "Não posso me amofinar", grande sucesso no carnaval do ano seguinte, foi lançado na revista do mesmo nome, de Henrique Júnior, apresentada no teatro Recreio.
Em 1922, teve músicas incluídas nas revistas "Sai da raia"; "Custe o que custar"; "Pé de pilão" e "Meu bem não chora". Em 1923, Bahiano gravou os sambas carnavalescos "Pegue na cartilha" e "Cabeça inchada"; o samba "Macumba Gegê"e a marcha "Vida apertada", todas na Odeon. Em 1925, o cantor Fernando gravou os maxixe "Dor de cabeça" e "Caneca de couro". No mesmo ano, a Jazz Band Sul-Americano, de Romeu Silva gravou a marcha-carnavalesca "Não sou bau". Em 1926, o cantor Pedro Celestino, irmão de Vicente Celestino gravou a marcha "Ó Rosa" e o samba "Quem fala de mim tem paixão", e Artur Castro o samba "Papagaio no poleiro". No mesmo ano, a American Jazz Band Sílvio de Souza gravou o maxixe "Viva a Penha" e Albertino Rodrigues a canção "Saudade da choça". Também no mesmo ano, fez sucesso nas revistas "Café com leite", de Freire Júnior com músicas suas apresentada no Teatro São José e "Quem fala de nós...", de Correia da Silva e M. M. Pinho, na qual fez parceria nas músicas com o maestro Freitinhas.
Em 1927, passou a tocar na Casa Carlos Wehrs. No mesmo ano compôs "Ora vejam só" e "A Favela vai abaixo" que, segundo Edigar de Alencar, foi composto para criticar o plano do Prefeito Prado Júnior de derrubar o Morro da Favela, no centro do Rio. Ainda em 1927, na Noite Luso-brasileira, realizada no Teatro da República, foi coroado "Rei do Samba". Apesar do título, foi acusado várias vezes de plagiar sambas alheios. Heitor dos Prazeres ameaçou o compositor de processá-lo, reivindicando a autoria parcial de "Ora vejam só" e de "Gosto que me enrosco".Tais disputas não abalaram seu prestígio e na época justificou seus "métodos de compor" com a famosa frase: "Samba é como passarinho, é de quem pegar...".
Também em 1927, Francisco Alves gravou com grande sucesso o maxixe "Cassino maxixe" e o samba "Ora vejam só". Ainda no mesmo ano, o samba "Não quero saber mais dela" foi lançado na revista "Paulista de Macaé", de Luís Peixoto e Marques Porto. Este samba foi gravado com grande sucesso na forma de canção dialogada por Francisco Alves e Rosa Negra, atriz do teatro de revistas. Nesse ano teve composições em mais cinco revistas.
Em 1928, conheceu Mário Reis, seu intérprete preferido, de quem tornou-se professor de violão. Foi ele que levou Mário Reis para a Odeon, onde este gravou seu primeiro disco, com composições suas: "De que vale a nota sem o carinho da mulher" e "Carinhos de vovó". No mesmo ano, teve músicas incluídas em onze revistas musicais, com destaque para "Língua de sogra", de Freire Júnior, na qual foram lançadas suas músicas para o carnaval daquele ano, e "Microlândia", revista de Luís Peixoto, Marques Porto e Afonso de Carvalho na qual foi lançada por Aracy Cortes o seu maior sucesso, o samba "Jura".
Também no mesmo ano, Mário Reis gravou a canção "Sabiá", e o samba "Deus nos livre do castigo das mulheres"; Francisco Alves o samba "Amar a uma só mulher", e a canção "Sonho de gaúcho", e Gastão Formenti a canção "Bem te vi". Em 1929, com a interpretação de Mário Reis, alcançou o auge de sua popularidade com os sambas "Jura" e "Gosto que me enrosco" gravados na Odeon. Também no mesmo ano, teve músicas incluídas nas revistas "A Dorinha é da fuzarca", de Gastão Tojeiro, e "Às armas", de Freire Júnior e Luiz Iglézias. Ainda no mesmo ano, acompanhou ao piano a gravação de "Nossa senhora do Brasil", gravada em dueto por Henrique Chaves e Januário de Oliveira, feita em homenagem à pintora Tarsila do Amaral, que o recebera em São Paulo.
Ainda no mesmo período, Breno Ferreira gravou o samba "Virou bola", e Francisco Alves, o samba de partido-alto "Segura o boi", e o samba "Eu queria saber". Em 1930, Januário de Oliveira gravou o samba "Viva a Penha"; Carmen Miranda, em seu segundo disco, o maxixe "Burucuntum"; Januário de Oliveira o choro-canção "Benzinho"; Francisco Alves o samba "Ave de rapina", e o cantor e ator Idelfonso Norat o samba "Amostra a mão". Nesse mesmo ano, teve após sua morte a valsa "Recordar é viver" gravada por Sílvio Caldas. Em 1931, Aracy Cortes gravou o samba canção "Mal de amor". Em 1932, foi lançado o samba "Feitiço gorado", gravado quase dois anos antes por Carmen Miranda mas que segundo o pesquisador José Ramos Tinhorão não chegou a ser lançada devido a falhas na matriz de número dois, sendo lançada depois a matriz um.
de : Dicionário Cravo Albin de MPB
Músicas:
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Música Popular Brasileira: Grandes Nomes 3

Chiquinha GONZAGA – (Francisca Edwiges Neves Gonzaga).
* Rio de Janeiro, RJ, 17/10/1847
Rio de Janeiro, RJ, + 28/02/1935
Compositora, instrumentista, regente. Maior personalidade feminina da história da música popular brasileira e uma das expressões maiores da luta pelas liberdades no país, promotora da nacionalização musical, primeira maestrina, autora da primeira canção carnavalesca, primeira pianista de choro, introdutora da música popular nos salões elegantes, fundadora da primeira sociedade protetora dos direitos autorais, Chiquinha Gonzaga nasceu no Rio de Janeiro, filha do militar José Basileu Neves Gonzaga e de Rosa Maria de Lima. Estudou piano com professor particular e aos 11 anos compôs sua primeira música, uma cantiga de Natal: Canção dos Pastores.
Casou-se aos 16 anos, com um oficial da Marinha Mercante escolhido por seus pais. Poucos anos depois abandonou o marido por um engenheiro de estradas de ferro, de quem também logo se separou. Passou a sobreviver como professora de piano. A convite do famoso flautista Joaquim Antônio da Silva Callado (1848-1880), passou a integrar o Choro Carioca como pianista, tocar em festas e freqüentar o ambiente artístico da época. A estréia como compositora se deu em 1877, com a polca Atraente, composta de improviso durante roda de choro em casa do compositor Henrique Alves de Mesquita e publicada pela Viúva Canongia, Grande Estabelecimento de Pianos e Músicas. Por desafiar os padrões familiares da época, sofreu fortes preconceitos.
Aperfeiçoou-se com o pianista português Artur Napoleão (1843-1925). Sua vontade de musicar para teatro levou-a a escrever partitura para um libreto de Artur Azevedo, Viagem ao Parnaso. A peça foi recusada pelos empresários. Outras tentativas fracassaram, até que conseguiu, em 1885, musicar a opereta de costumes A Corte na Roça, encenada no Teatro Príncipe Imperial. Em 1889 promoveu e regeu, no Teatro São Pedro de Alcântara, um concerto de violões, instrumento estigmatizado àquela época. Foi uma ativa participante do movimento pela abolição da escravatura, vendendo suas partituras de porta em porta a fim de angariar fundos para a Confederação Libertadora. Com o dinheiro arrecadado na venda de suas músicas comprou a alforria de José Flauta, um escravo músico.
Chiquinha Gonzaga também participou da campanha republicana e de todas as grandes causas sociais do seu tempo. Já era uma artista consagrada quando compôs, em 1899, a primeira marcha-rancho, Ó Abre Alas, verdadeiro hino do carnaval brasileiro. Na primeira década deste século esteve algumas vezes na Europa, fixando residência em Lisboa por três anos. De volta ao Brasil deu uma contribuição decisiva ao teatro popular ao musicar, em 1912, a burleta de costumes cariocas Forrobodó, seu maior sucesso teatral. Em 1914 seu tango Corta-Jaca foi executado pela primeira-dama do país, Nair de Teffé, em recepção oficial no Palácio do Catete, causando escândalo político. Em setembro de 1917, após anos de campanha, liderou a fundação da SBAT, sociedade pioneira na arrecadação e proteção dos direitos autorais. Aos 85 anos de idade escreveu a última partitura, Maria, com libreto de Viriato Corrêa. Sua obra reúne dezenas de partituras para peças teatrais e centenas de músicas nos mais variados gêneros: polca, tango brasileiro, valsa, habanera, schottisch, mazurca, modinha etc. Chiquinha Gonzaga faleceu aos 87 anos de idade, no dia 28 de fevereiro de 1935, no Rio de Janeiro.
DADOS CRONOLOGIA
1847 Nasce no Rio de janeiro a 17 de outubro.
1863 Casa-se com Jacinto Ribeiro do Amaral.
1864 Nasce seu primeiro filho: João Gualberto.
1865 Nasce sua filha Maria.
1866 Embarca com o marido no navio São Paulo, por este fretado, que transporta tropas para a Guerra do Paraguai.
1869 Abandona o marido. Conhece o flautista Joaquim Antônio Callado.
1876 Vive com o engenheiro João Batista de Carvalho. Nasce a filha Alice.
1877 Primeira obra editada: a polca Atraente, que em nove meses chega à 15ª edição.
1879 Começa a instrumentar, com autodidatismo.
1880 Anuncia-se publicamente como professora de várias matérias.
1883 Tentativa frustrada de musicar libreto de Arthur Azevedo (a produção teatral não aceita uma mulher como autora da música).
1885 Estréia como maestrina.
1888 Extinção da escravidão no Brasil, pela qual durante tantos anos Chiquinha Gonzaga lutara.
1889 - Proclamação da República, outro anseio da compositora.
1890 Nasce a primeira neta.
1891 Falecimento do pai.
1896 Falecimento de Rosa, sua mãe.
1899 Carnaval. Compõe Ó Abre Alas. Conhece João Batista, jovem português de 16 anos que seria seu companheiro até o fim da vida.
1902 Viaja para a Europa.
1904 Segunda viagem à Europa.
1906 Instala-se em Portugal.
1909 Retorno ao Brasil.
1911 Inicia intensa atividade musicando peças teatrais para os espetáculos por sessões dos cine-teatros da Praça Tiradentes (RJ).
1912 Estréia Forrobodó, seu maior sucesso teatral.
1913 Deflagra campanha em defesa pelo direito autoral dos compositores e teatrólogos.
1914 Lançamento, com grande sucesso, do tango Corta-Jaca.
1917 Participa da fundação da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
1919 Grande éxito da peça de costumes regionais Juriti.
1925 Recebe homenagens consagradoras da SBAT e reconhecimento do país inteiro.
Aos 85 anos escreve sua última música: Maria.
1934 Falecimento da filha Maria.
1935 Morre no dia 28 de fevereiro. Dois dias depois realiza-se o primeiro concurso oficial das escolas de samba.
Verbete biográfico e dados cronológicos retirada do livro "Chiquinha Gonzaga: uma história de vida". escrito por Edinha Diniz. Editora Rosa dos Tempos, 1999.
Músicas:
- Atraente
- Lua Branca
- Medley por Clara Sverner (2007)
- O Corta-Jacas (Rio Antigo)
- Maxixe do Borradas (Voz: Virginea Rosa Piano: Maria Teresa Madeira)
- Menina Faceira (Voz: Paulinho Moska Piano: Maria Teresa Madeira)
- Água de Vintém (Voz: Olívia Hime Piano: Clara Sverner)
- Roda Io-Io (Voz: Eliete Negreiros Piano: Luciana Hamond)
- A Morena (Voz: Edu Lobo Piano: Leandro Braga)
- Oh, Mon Etoile (Voz: Selma Reis Piano: Leandro Braga)
- Maria (Voz: Cauby Peixoto Piano: Leandro Braga)
- Namorados da Lua (Voz: Milton Naciomento Piano: Leandro Braga)
- Santa (Voz: Zélia Duncan Piano: Maria Teresa Madeira)
- Machuca (Voz: Daniela Mercury Piano: Clara Sverner)
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Les Paul
Lester William Polsfuss, known as Les Paul (June 9, 1915 – August 13, 2009)
was a pioneer in the development of the solid-body eletric guitar which "made the sound of rock and roll possible. His many recording innovations included overdubbing (also known as sound on sound), delay effects such as tape delay, phasing effects, and multitrak recording.
His innovative talents extended into his unique playing style, including licks, trills, chording sequences, fretting techniques and timing which set him apart from his contemporaries and inspired many of the guitarists of the present day. (Wikipedia)more about "Les Paul - Chasing Sound!", posted with vodpod
Os Grandes Sambas da História: Volume 32
Faixas/Tracks:1. Levanta Cedo - Velha Guarda da Portela
2. O Quitandeiro - Monarco
3. És Partideiro - Aniceto do Império
4. Mexi com Ela - germano Mathias
5. Você,Eu e a Orgia
6. SPC - Zeca Pagodinho
7. Malandragem Dá Um Tempo - Bezerra da Silva
8. Vai Fundo no Quintal - Dicró
9. Dalila, Cadê Guará - Almir Guinetto
10. Eu Não Falo Gringo - João Nogueira
11. Goiabada Cascão - Beth Carvalho
12. Plantação - Dicró
13. Seleção de Partido Alto
Link: Os Grandes Sambas 32
sábado, 8 de agosto de 2009
Os Grandes Sambas da História: Volume 37

Faixas/Tracks:
- Esperanças Perdidas - Originais do Samba
- Luz da Inspiração - Fundo de Quintal
- Dia de Graça - Candeia
- O Feijão da Dona Nenem - Zeca Pagodinho
- Coco Partido - Alcione
- Com Lealdade - Paulinho da Viola
- Pisa Nesse Chão Com Força - Giovana
- Pagode das Sete Atrações - Bezerra da Silva
- O Teu Chamego - Grupo Raça
- Fiquei amarrado na Sua Blusinha - Zeca Pagodinho
- Camarão que Dorme a Onda Leva - Beth Carvalho e Zeca Pagodinho
Link: Os Grandes Sambas 37
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Música Popular Brasileira: Grandes Nomes 2
Ernesto Nazareth
* 20/03/1863
+ 01/02/1934

Ernesto Júlio de Nazareth foi um pianista e compositorbrasileiro, considerado um dos grandes nomes do “tango brasileiro” ou, simplesmente, choro.
“Seu jogo fluido, desconcertante e triste ajudou-me a compreender melhor a alma brasileira“, disse o compositor francês Darius Milhaud sobre Ernesto Nazareth, carioca que fixou o “tango brasileiro” e outros gêneros musicais do Rio de Janeiro de seu tempo.
Estudou música com os professores Eduardo Madeira e Lucien Lambert. Intérprete constante de suas próprias composições, apresentava-se como “pianista em salas de cinema, bailes, reuniões e cerimônias sociais. De 1910 a 1913, e de 1917 a 1918, trabalhou na sala de espera do antigo Cinema Odeon (anterior ao da Cinelândia), onde muitas personalidades ilustres iam àquele estabelecimento apenas para ouvi-lo.
Deixou-nos 211 peças completas para piano. E suas obras mais conhecidas são: “Apanhei-te, cavaquinho!…”, “Ameno Resedá” (polcas), “Confidências”, “Coração que sente”, “Expansiva”, “Turbilhão de beijos” (valsas), “Bambino”, “Brejeiro”, “Odeon” e “Duvidoso” (tangos brasileiros).
Ernesto Nazareth ouviu os sons que vinham da rua, tocados por nossos músicos populares, e os levou para o piano, dando-lhes roupagem requintada. Sua obra se situa, assim, na fronteira do popular com o erudito, transitando à vontade pelas duas áreas.
Em 1931, o compositor começou a manifestar problemas mentais que motivaram sua internação na colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. No dia 01 de fevereiro de 1934, Nazareth fugiu do manicômio e só foi encontrado três dias depois, morto por afogamento em uma cachoeira próxima.
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